Tire suas dúvidas sobre Osteosporose

Osteosporose é uma doença silenciosa, que causa fragilidade dos ossos, cuja característica é a perda excessiva de massa óssea e o aumento dos riscos de fraturas e encurvamentos.

Alguns fatores de risco:

  • idade avançada;
  • baixo peso corporal;
  • história familiar;
  • dieta pobre em cálcio;
  • alcoolismo e fumo;
  • falta de atividade física
  • falta de exposição ao sol;
  • deficiência de ingestão de vitamina D;
  • ingestão excessiva de café preto...

    Como prevenir:

  • consumir leites e derivados, que são as principais fontes de cálcio, com exceção da manteiga;
  • consumir peixes, frutos do mar e vegetais folhosos como espinafre, couve, brócolis....
  • tomar sol pelo menos 10min/dia;
  • realizar atividade física adequada;
  • evitar fumo, bebidas alcoólicas, café e refrigerantes.

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  • :: Postado por lanakiss às 00h35
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    Dieta do Tipo Sangüíneo

    A dieta do tipo sangüíneo foi desenvolvida pelo médico naturopata Dr. Peter J. D'Adamo e publicada em seu livro "Eat Right For Your Type" (Se Alimente Corretamente de Acordo com seu Tipo de Sangue), publicado em 1996 nos Estados Unidos.

    Mas o que cada grupo sangüíneo pode comer?

    Sangue Tipo O

    São carnívoros com aparelho intestinal forte e necessitam comer proteínas animais diariamente, caso contrário, estão propensos a desenvolver doenças gátricas como úlceras e gastrites devido a alta produção de sucos gástricos

    Alimentos Benéficos:

    Carnes: bovina, carneiro, vitela, cordeiro
    Peixes: bacalhau, badejo, sardinha, linguado, salmão
    Laticínios: Queijo de leite de cabra, queijo de soja
    Frutas: ameixa, nozes, figo, sememte de abóbora
    Verduras: abóbora, brócolis, espinafre, alface romana, acelga, salsa
    Cereais: Evitar
    Outros: azeite de oliva

    Alimentos Nocivos:

    Carnes: carne de porco e derivados como presunto e bacon
    Peixes: caviar, salmão defumado, polvo
    Laticínios: creme de leite, iogurte, leite (integral ou magro), a maioria dos queijos, sorvete
    Frutas: laranja, morango, côco, amora, amendoim, castanha do pará, pistache, castanha de caju, abacate
    Verduras: berinjela, champignon, milho, repolho
    Cereais: aveia, trigo, cuscuz e pão branco
    Outros: óleo de milho, óleo de amendoim.

    Sangue Tipo A

    São vegetarianos com aparelho intestinal sensível e têm dificuldades para digerir proteínas de origem animal, pois sua produção de suco gástrico é mais limitada.

    Alimentos Benéficos:

    Carnes: evitar carnes vermelhas
    Peixes: bacalhau, salmão vermelho, salmão, sardinha, truta
    Laticínios: queijo de soja, tofu
    Frutas: abacaxi, ameixa, cereja, figo, limão, amora, damasco
    Verduras: abóbora moranga, alface romana, acelga, brócolis, cenoura, acelga, alcachofra, cebola
    Cereais: farinhas de centeio, arroz, soja e aveia, pão de farinha de soja
    Outros: alho, molho de soja, missô, melaço de cana, gengibre, chá verde, café normal, vinho tinto.

    Alimentos Nocivos:

    Carnes: bovina, carneiro, cordeiro, pato, porco e derivados, vitela
    Peixes: mexilhões, lagostim, salmão defumado, caviar, ostra, lagosta, camarão, caranguejo.
    Laticínios: creme de leite, sorvete, leite magro e integral, manteiga, requeijão
    Frutas: caqui, carambola, côco
    Verduras: repolho, tomate, inhame, batata, berinjela, batata doce
    Cereais: Creme e germe de trigo, farinha de trigo integral, pão preto, pão integral, farinha branca, granola
    Outros: alcaparras, gelatina pura, pimenta em grão, vinagre, cerveja, licor, chá preto, refrigerante.

    Sangue Tipo B

    Podem tolerar dieta mais variado e o único tipo de sangue que tolera bem laticínios em geral.

    Alimentos Benéficos:

    Carnes: carneiro, cordeiro, coelho, veado
    Peixes: bacalhau, salmão, linguado, badejo, caviar, sardinha
    Laticínios: iogurte, mussarela, coalhada, leite, queijo, ovos, ricota
    Frutas: abacaxi, bananas, mamão, uvas, ameixa fresca
    Verduras: batata doce, cenoura, berinjela, inhame, beterraba, brócolis, couve, repolho
    Cereais: arroz integral, aveia integral
    Outros: gengibre, salsa, açafrão, hortelã, pimenta, ginseng, gengibre, sálvia.

    Alimentos Nocivos:

    Carnes: frango, pato, porco, presunto
    Peixes: lagosta, camarão, anchova, caranguejo, polvo, ostra, polvo, mexilhão
    Laticínios: queijo fundido e roquefort, sorvete com leite
    Frutas: caqui, carambola, coco
    Verduras: alcachofra, azeitonas, tomate, broto de feijão, milho verde
    Cereais: farinha de trigo, milho, centeio
    Outros: canela, maisena, pimenta branca e do reino, gelatina pura, refrigerantes, bebidas destiladas.

    Sangue Tipo AB

    Necessitam de uma dieta equilibrada contendo um pouco de tudo.

    Alimentos Benéficos:

    Carnes: carneiro, coelho, cordeiro e peru
    Peixes: atum, bacalhau, cavala, sardinha, garoupa, truta
    Laticínios: coalhada, iogurte, mussarela, ricota, queijo cottage
    Frutas: abacaxi, ameixa, cereja, figo, limão, kiwi, uva, framboesa
    Verduras: aipo, alho, beterraba, berinjela, brócolis, couve-flor, pepino
    Cereais: arroz, farinha de centeio, de trigo, aveia
    Outros: curry, alho, missô, gengibre, camomila.

    Alimentos Nocivos:

    Carnes: bovina, frango, porco, presunto e vitela
    Peixes: anchova, camarão, caranguejo, lagosta, linguado, ostra, mexilhão, siri
    Laticínios: leite integral, creme de leite, queijo parmesão, brie, provolone, roquefort, manteiga
    Frutas: banana, caqui, goiaba, laranja, manga
    Verduras: alcachofra, milho verde, nabo, pimentão, rabanete
    Cereais: farinha de cevada, de milho, trigo sarraceno, cereais matinais, amido de milho
    Outros: alcaparras, tapioca, vinagre, mel de milho, anis, maisena, malte de cevada, pimenta do reino e vermelha.

                                 

    :: Postado por lanakiss às 00h20
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    Carro de emergência

    Um carro de emergência é um armário que contém os equipamentos usados por médicos e enfermeiros quando acontece uma parada cardíaca. Esta é uma situação que exige procedimentos de socorro imediatos. Estes são alguns itens encontrados neste carro:


    Foto cedida por Westlake Village Urgent Care and Occupational Health Center
    O carro de emergência, em vermelho, localiza-se próximo à cama



    Desfibrilador


    Instrumentos utilizados na intubação endotraqueal

    As arritmias graves mais comuns durante uma parada cardíaca são: Estas são algumas das drogas utilizadas para tratar as arritmias:

    Outros equipamentos são usados no departamento de emergência, incluindo a prato de tubo peitoral, que guarda o equipamento necessário para colocar um tubo peitoral entre as costelas e o pulmão, para tornar a expandir o pulmão colapsado; e o prato de orelha, nariz e garganta, que guarda os equipamentos especiais usados geralmente para sangramentos nasais e para remover corpos estranhos da orelha, do nariz ou da garganta.


    :: Postado por lanakiss às 19h33
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    TABELA DE GOTAS E MICROGOTAS

    Quantidade

    500 ml

    1000 ml

    N°. de horas

    N°. de gotas

    N°. de mgotas

    N°. de gotas

    N°. de mgotas

    24

    07

    21

    14

    42

    18

    09

    27

    18

    54

    12

    14

    42

    27

    81

    10

    16

    48

    33

    99

    08

    21

    63

    42

    126

    06

    27

    81

    55

    165

     


    :: Postado por lanakiss às 15h30
    ::

    LISTA DE HOSPITAIS

     

    www.samcil.com.br

    www.hgj.com.br

    www.hospitalbandeirantes.com.br

    www.saoluiz.com.br

    www.medialsaude.com.br

    www.beneficencia.org.br

    www.nsl.com.br

    www.hcor.com.br

    www.einstein.br

    www.grupomontreal.com.br

    www.hospitalpanamericano.com.br

    www.hospitalsantacruz.com.br

    www.hmsj.com.br

    www.sinobrasileiro.com.br

    www.saocamilo.com

    www.hospitalsiriolibanes.org.br

    www.santacasasp.org.br

    www.promatre.com.br

    www.incor.usp.br

    www.sepaco.org.br

    www.saocristovao.com.br

    www.hospitalsantamarina.com.br

    www.hsc.org.br

    www.sabara.com.br

    www.haoc.com.br

    www.hcnet.usp.br


     

    :: Postado por lanakiss às 15h17
    ::

    E.R. Esta é uma das melhores séries voltada p/ saúde, eu já assisti todas as temporadas

    ameiiiiiiiiii!!!e como eu não poderia deixar de postar aqui o ator q mais gosto,lindo!!!!rssss..ta aqui: o ATOR GEORGE CLOONEY, aiaiaiai....eu mereçooooooo....

     

    Assisti a todas as temporadas de Plantão Médico, E.R. é uma série eterna, caminhando para sua 15ª temporada. A fórmula foi alterada com o passar do tempo. A vida pessoal dos personagens ganhou importância cada vez maior - freqüentemente, os casos médicos são mero pretexto para as tramas pessoais. O cenário passou a abranger cada vez mais externas, inclusive com tramas inteiras na África, em arcos humanitários e de denúncia.

    E.R. - Nona TemporadaO elenco também mudou inteiramente em treze anos. A saída de Kerry Weaver na metade da 13ª temporada deixou os fãs da série órfãos dos personagens veteranos. O time recente não tem o mesmo carisma, à exceção do casal formado por Abby e Kovac (nem tão recente assim). Há quem diga que a série já deu o que tinha que dar e que deve ser finalizada enquanto ainda tem alguma audiência. Outros fãs, como eu, torcem pela continuidade das histórias do Pronto Socorro mais famoso da televisão e acreditam que o seriado pode dar a volta por cima.

    E.R. - Décima-Terceira TemporadaE.R. foi a primeira série médica de sucesso, abrindo um novo filão, ao lado de Chicago Hope (série excelente, cancelada em 2000 e quase desconhecida na terra brasilis), iniciada no mesmo ano (1994). De lá para cá, vários outros seriados médicos surgiram, cada um com seus próprios atrativos.

    Personagem Favorito

    Numa série que teve, literalmente, dezenas de personagens importantes regulares, vale citar mais de um:

    Cada um é representante de uma geração de E.R. Acrescento, ainda, Mark Greene (Anthony Edwards), o primeiro residente-chefe de E.R., e um dos personagens mais queridos da série: doce, íntegro, firme.

    Cenas Inesquecíveis

    O saudoso dr. Mark Greene.A mais triste cena jamais exibida num seriado: a morte do dr. Mark Greene, no episódio On The Beach (oitava temporada). Mark morreu de câncer no cérebro e todo o arco que tratou de sua doença e morte foi muito emocionante. Quando já estava próximo do fim, o dr. Greene afastou-se do trabalho e foi para o Havaí (onde havia crescido) com sua esposa, a dra. Elizabeth Corday e suas filhas, Rachel (15 anos) e Ella (1 ano). Mark morre dormindo. A seqüência que prenuncia sua morte, ao som de Over the Rainbow (na versão do músico havaiano Israel Kamakawiwo'ole), traz-me lágrimas aos olhos até hoje. O vídeo está no youtube (se não encontrar pelo link, busque semelhantes usando palavras-chaves).

    Nunca cuspa para cima.E.R. também apresentou a morte mais ridícula da televisão. Em Chaos Theory (nona temporada), o intragável dr. Robert Romano perde o braço esquerdo num acidente de helicóptero no telhado do hospital. Na décima temporada, em Freefall, Romano recusa-se a subir ao telhado para entregar um relógio esquecido por um paciente que será removido de helicóptero. Fóbico, corre para o meio da rua. O helicóptero sofre uma pane e, ironicamente, cai em cima do médico.

    Não deixem de assistirrr......Lana.


    :: Postado por lanakiss às 20h56
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    CURSOS

    • • • SEM DATA PRÉ DEFINIDA • • •

    Pós-Graduação / Lato Sensu - Inscrições abertas
    Especialização para a Formação de Docentes na Educação Profissional: Enfermagem
    Especialização na Enfermagem do Trabalho
    Cursos de Auxiliar de Enfermagem e Técnico de Enfermagem
    Curso de Aprimoramento e Aperfeiçoamento em Enfermagem

    Realização: INTESP - Instituto Educacional São Paulo
    Parceria: Faculdade São Luís de Jaboticabal
    Público alvo: Enfermeiros(as)
    + informações: (11) 3253-7665 / 3253-5048 / 3253-6042 // site:
    www.intesp.com.br // e-mail: intesp@intesp.com.br

    Inscrições abertas
    Curso para Formação Pedagógica de Docentes Graduados em Enfermagem
    informações: (11) 6297-6798 / 6297-0779 / 3534-1076 //
    mariacursos@superig.com.br

    Curso de postgrado a distancia: Bioética y Filosofía
    + informações:
    www.seadpsi.com.ar

    Inscrições abertas
    Complementação Técnica para Auxiliares de Enfermagem // Enfermagem do Trabalho // Técnico em Enfermagem
    Local: Colégio Integral Inaci - São Paulo-SP.
    + informações: (11) 3885-4321 //
    www.colegioinaci.com.br

    Inscrições abertas
    Cursos de Pós-Graduação São Camilo
    Cursos: Administração Hospitalar / Auditoria em Enfermagem / Enfermagem em Cardiologia / Enfermagem em Centro Cirúrgico / Enfermagem em Emergência / Enfermagem Gerencial / Enfermagem em Neonatologia / Enfermagem Obstétrica / Enfermagem Oncológica / Enfermagem em Terapia Intensiva / Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica / Saúde Pública com ênfase no Programa de Saúde da Família (PSF).

    Local: Centro Universitário São Camilo - SP.
    + informações:
    www.scamilo.edu.br // 0800-178585

    Cursos Virtuais
    Segurança e Saúde no Trabalho: NR 32 e Agentes Biológicos
    Tipos de Feridas e Possibilidade de Acesso aos Diversos Tipos de Materiais
    Gerenciamento do Serviço de Enfermagem
    Realização: Escola de Saúde CEJAM.
    + informações:
    www.saudeprev.com.br

    Inscrições: em qualquer época do ano
    Programa de Pós-Doutorado na USP
    Local: EEUSP - SP.
    A solicitação de programa de pós-doutorado deverá ser encaminhada pelo docente responsável, com grau mínimo de Doutor ou equivalente, que providenciará os meios necessários à realização das atividades de pesquisa previstas, para aprovação do Departamento. As atividades do pós-doutorando serão em tempo integral.
    Duração: O programa terá duração mínima de seis meses e máxima de um ano, podendo haver renovações.
    Departamentos da EEUSP: Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica (
    www.ee.usp.br/departamento/enc.htm); Departamento de Orientação Profissional (www.ee.usp.br/departamento/eno.htm); Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva (www.ee.usp.br/departamento/ens.htm); Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica (www.ee.usp.br/departamento/enp.htm).
    + informações: (11) 3061-7548.

    Programa de Aprimoramento Profissional - Proficiência
    Cursos gratuitos à distância

    Público Alvo: Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem em dia com anuidades e obrigações eleitorais junto ao COREN
    Realização: COFEN - Conselho Federal de Enfermagem
    + informações: site:
    www.jornadaead.com.br/proficiencia/inscricao

    Cursos à Distância
    (1)Segurança e Prevenção no uso de Perfurocortantes
    (2)Serviço de Higiene e Limpeza em Serviços de Saúde
    Autora: Silvana Torres
    + informações: site:
    www.tspv.com.br

    Curso Online "PGRSS - Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde"
    Duração: 20 horas
    Divulgação: Proteção Eventos
    + informações: (11) 4612-9448 // e-mail:
    atendimento@protecaoeventos.com.br // site: www.tspv.com.br/cursos.htm

    Início: 2º semestre/2008
    Cursos diversos de Especialização, Aperfeiçoamento, Capacitação e Extensão

    Realização: Universidade do Sagrado Coração
    Local: Rua Irmã Arminda, 10-50 - Bauru / SP
    + informações: (14) 2107-7112 ou 2107-7122 // site:
    www.usc.br

    Cursos 2º Semestre/2008
    Auxiliar de Enfermagem; Técnico de Enfermagem para Auxiliares; Técnico em Radiologia Médica; Enfermagem do Trabalho; Atualização Profissional em Enfermagem
    Realização: Escola de Enfermagem do Colégio Santa Paula
    Local: Rua das Perobas, 465 - Jabaquara - São Paulo / SP
    + informações: (11) 5011-3820 // site:
    www.colegiosantapaula.com.br

    Cursos de Aperfeiçoamento em Enfermagem - Nível Médio
    (4)Cuidados de Enfermagem em Neonatologia - 27/09/2008
    (5)A Enfermagem nas Situações de Emergências (APH) - 11/10/2008
    (6)Cuidados de Enfermagem com Drenos, Sondas e Cateteres - 25/10/2008
    (7)Assistência de Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) - 22/11/2008
    Público alvo: Auxiliares e Técnicos de Enfermagem
    Realização: Colégio Vicente Lessa
    Local: Avenida Marechal Tito, 1090 - São Miguel Paulista - São Paulo / SP
    + informações: (11) 2031-2090

    Cursos Extra-Curriculares
    ((10)Enfermagem - Baby Sitter - 20/09/2008
    (11)Assistência ao Cliente com Dor Crônica e Terapia Nutricional - 27/09/2008
    (12)Coleta de Exames - 04/10/2008
    (13)Procedimentos com Sondagens e Cuidados com Ostomia - 18/10/2008
    (14)Atualização em Curativos - 25/10/2008
    (15)Cálculo de Medicação - 08/11/2008
    (16)Parada Cardio-Respiratória - 29/11/2008
    (17)Enfermagem Domiciliar - Assistência ao Idoso - 13/12/2008
    Realização: Escola de Enfermagem São Bernardo - Unidade Vila Mariana e PRISY Empreendimentos Educacionais
    Local: Rua Afonso Celso, 1237 - Vila Mariana - São Paulo / SP
    + informações: (11) 5594-4925 ou 5594-2372

    :: Postado por lanakiss às 22h29
    ::

    Úlceras de pressão (Escaras)

    Elas surgem quando o corpo, ou parte dele, está paralisado e a pessoa não consegue se mexer, provocando a falta de circulação do sangue e a formação de feridas (“escaras”). Pacientes com alterações cognitivas (esclerose, demência) ou de comportamento, podem ter dificuldade de mudar de posição e assim, permanecerem horas sob parte do corpo, formando escaras em locais de movimentação preservada.


    Escara no calcanhar 

    Escara na região do sacro 

    Locais onde é mais comum o aparecimento de escaras 

    Ombros, omoplata, cotovelos, quadril, base da espinha (região sacral), lateral das nádegas, joelhos, tornozelo e calcanhar.

     

    Prevenção

    Evitar que o paciente durma o dia todo e sempre que possível:

    Mudá-lo de posição de três e três horas e colocá-lo sentado na cadeira ou sofá. Para facilitar a mudança de posição pelo próprio paciente você pode improvisar, ou adquirir , barras de apoio para cabeceiras, ou faixas laterais ou inferiores que sirvam de "cordas" para mobilização.

    Acessório para mudança posição



    Mobilização no leito usando um lençol para não "arrastar"
    Adaptado do Guia de Deficiências e Reabilitação


    Rolos de lençois para proteger as saliências ósseas.

     


    Rolos de lençois para proteger as saliências ósseas- deitado de lado.
    Adaptado do Guia de Deficiências e Reabilitação  


    Colchão caixa de ovo.


    Comadre

    Papagaio

    Atenção

    Lavar a pele sempre com muito cuidado. Não se deve esfregá-la durante a limpeza pois a pele ressecada pode originar feridas e favorecer o surgimento de escaras. Lembre-se que uma escara leva 1 hora para surgir e pode levar meses para cicatrizar.

    Tratamento

    A avaliação médica e de enfermagem faz-se necessária para a definição do tipo de curativo a ser utilizado para cada paciente. O curativo deve ser trocado de acordo com o tipo de curativo utilizado, com periodicidade (número de vezes), definidos pelo médico e/ou enfermeira. É importante evitar a presença de fezes ou urina diretamente sobre a ferida.

    A úlcera é classificada do estágio I ao IV em referência a profundidade de comprometimento tecidual e não a gravidade da lesão.

    * Estágio I – É uma alteração da pele intacta relacionada a pressão cujos indicadores, comparados com os tecidos adjacentes ou área oposta do corpo podem incluir mudança na temperatura (calor ou frio), mudança na consistência do tecido (edema, endurecimento ou amolecimento) ou sensação de coceira ou queimação. Nas pessoas de pele clara pode se apresentar como um eritema que não embranquece após remoção da pressão. Nas pessoas de pele escura pode se apresentar como descoloração, manchas roxas ou azuladas.


    * Estágio II – É a perda parcial da pele envolvendo epiderme, derme ou ambas. A úlcera é superficial e apresenta-se como abrasão, bolha ou cratera rasa.


    * Estágio III – É a perda de pele na sua espessura total envolvendo danos ou necrose do subcutâneo que pode se aprofundar, não chegando até a fáscia muscular. Pode se apresentar como uma cratera profunda.


    * Estágio IV – É a perda de pele na sua espessura total com destruição extensa ou danos dos músculos, ossos, ou outras estruturas de suporte como tendão ou
    Articulações.


    :: Postado por lanakiss às 20h03
    ::

    Cuidados de Enfermagem

    Cuidados com traqueostomia

    A traqueostomia é uma abertura realizada na traquéia (tubo que conduz o ar da boca e nariz para os pulmões), para que o paciente possa respirar. É realizada no hospital, por indicação médica, e muitas vezes é definitiva, ou seja, o paciente irá respirar por este orifício permanentemente. Este orifício é mantido aberto e protegido por uma cânula, que pode ser de plástico ou metal, e é fixada ao redor do pescoço com um cordão (cadarço).


    Traqueostomia


    Cânula traqueal e mandril

    A cânula de traqueostomia deve ser limpa pelo menos uma vez ao dia, porém se houver muita secreção pode-se fazer a limpeza várias vezes ao dia. Se a cânula for de plástico a limpeza deve ser feita com um cotonete umedecido com soro fisiológico.

    Se a cânula for de metal deve-se retirar a cânula interna (mandril) e lavar em água corrente, limpando com uma gaze ou cotonete. A gaze deve passar de um lado para o outro do mandril limpando as secreções ressecadas que obstruem o mesmo. Para proteção do cuidador e do paciente é aconselhável o uso de luvas de procedimento para limpeza da cânula.  

    Após a limpeza da cânula deve-se verificar se a cânula interna está na posição correta e bem fixada.  

    Uso de avental, máscara e óculos se suspeita de processo infeccioso pulmonar ou HIV+;

    Atenda o portador de traqueostomia colocando-se ao seu lado, evite deixar seu rosto à frente do estoma, o paciente pode apresentar episódio de tosse inesperado;

    O curativo deve ser limpo com gaze ou haste de algodão umedecida com NaCl 0,9% estéril, usando manobras delicadas.

    Lembre-se que o orifício da traqueostomia comunica o meio ambiente diretamente com o pulmão; deve-se ter o cuidado de evitar a entrada de "coisas estranhas”,  como:  água, comida, insetos, perfumes,  talcos e etc pelo orifício. Você pode usar uma gaze para proteger o orifício da entrada de insetos. A alimentação pode ser feita pela boca, desde que com autorização do profissional de saúde responsável.

    Material para aspiração traqueal

    Fonte de vácuo canalizado ou aspirador portátil montados com seu complementos;

    Cateteres de aspiração traqueal estéreis descartáveis;

    Luvas estéreis (pelo menos p/ a mão dominante a mão auxiliar pode estar calçada com luva de procedimento limpa);

    Usar avental, máscara e protetor ocular em caso de risco de aspersão de secração;

     Seringas de 5 a 10ml;

    Solução salina estéril ou água destilada estéril;

    Bolsa auto-inflável (ambú), específic para o paciente.

    Procedimento:

    Lavar as mãos e abrir o recipiente de solução fisiológica e a embalagem do cateter;

    Calçar as luvas e adaptar o cateter ao sistema de sucção, cuidando para não contaminar a porção do cateter que será introduzida na traqueostomia e nem a luva da mão dominante;

    Segurar a porção estéril do cateter com a mão dominante e introduzi-lo delicadamente sem aplicar vácuo;

    Iniciar a aplicação do vácuo, ocluindo a entrada de ar do cateter com o polegar da mão auxiliar, enquanto gira delicadamente o cateter entre o indicador e o polegar da mão auxiliar  na entrada de ar do cateter(pressão máxima 120mmHg);

    A eficácia da aspiração pode ser controlada pela audição de ruído característico de líquido no sistema de aspiração.

    O tempo máximo para aplicação contínua do vácuo é de 20 segundos, monitore a tolerância do paciente observando expressão e coloração facial, ao primeiro sinal de angústia respiratória, interrompa a aplicação do vácuo.


    :: Postado por lanakiss às 19h11
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    SONDAGENS

     

    Apesar de termos inúmeros tipos de sondas e diferentes locais para utilizá-los, iremos nesta aula nos deter basicamente nas sondagens vesical, gastrointestinal e retal. Importante é a conceituação correta de sonda e cateter, que freqüentemente são utilizados para funções semelhantes. Sonda é definida como um tubo que se introduz em canal do organismo, natural ou não para reconhecer-lhe o estado, extrair ou introduzir algum tipo de matéria. Na definição de cateter temos: instrumento tubular que é inserido no corpo para retirar líquidos, introduzir sangue, soro, medicamentos e efetuar investigações diagnósticas.

     

    SONDAGEM VESICAL

    Quando a urina não pode ser eliminada naturalmente, deve ser drenada artificialmente através de sondas ou cateteres que podem ser introduzidos diretamente na bexiga, ureter ou pelve renal. A sondagem vesical é a introdução de uma sonda ou cateter na bexiga, que pode ser realizada através da uretra ou por via supra-púbica, e tem por finalidade a remoção da urina. Suas principais indicações são: obtenção de urina asséptica para exame, esvaziar bexiga em pacientes com retenção urinária, em preparo cirúrgico e mesmo no pós operatório, para monitorizar o débito urinário horário e em pacientes inconscientes, para a determinação da urina residual ou com bexiga neurogênica que não possuam um controle esfincteriano adequado.

    A sondagem vesical pode ser dita de alívio, quando há a retirada da sonda após o esvaziamento vesical, ou de demora, quando há a necessidade de permanência da mesmo. Nestas sondagens de demora, a bexiga não se enche nem se contrai para o seu esvaziamento, perdendo com o tempo, um pouco de sua tonicidade e levando à incapacidade de contração do músculo detrursor; portanto antes da remoção de sonda vesical de demora, o treinamento com fechamento e abertura da sonda de maneira intermitente, deve ser realizada para a prevenção da retenção urinária.


    Sonda vesical de alívio Sondas vesicais de demora de duas e três vias vias

    Quando há a necessidade de uma sonda de demora, é imperativo a utilização de um sistema fechado de drenagem, que consiste de uma sonda ou cateter de demora, um tubo de conexão e uma bolsa coletora que possa ser esvaziada através de uma valva de drenagem, tudo isto para a redução do risco de infecção (ilustração abaixo).

     


    :: Postado por lanakiss às 18h55
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    O risco de infecção é inerente ao procedimento; a colonização bacteriana ocorre na metade dos pacientes com sonda de demora por duas semanas e praticamente em todos os pacientes após seis semanas de sondagem. Sabe-se que as infecções do trato urinário são responsáveis por um terço de todas as infecções hospitalares, e que na grande maioria das vezes existiu um procedimento invasivo do trato urinário, pois nesses procedimentos os microorganismos podem ter acesso ao trato urinário através da uretra no momento da sondagem, através da delgada camada de líquido uretral externo à sonda e através da luz interna da sonda após contaminação. Este índice de infecção acontece mesmo com a obediência de todos os preceitos de uma boa técnica de sondagem vesical.

    DRENAGEM VESICAL SUPRA-PÚBICA - É realizada através da introdução de um cateter após uma incisão ou punção na região supra-púbica, a qual é preparada cirurgicamente, sendo que o cateter é posteriormente conectado à um sistema de drenagem fechado. Suas indicações principais são pacientes com retenção urinária por obstrução uretral sem possibilidades de cateterização, em pacientes com neoplasia de próstata ou em pacientes com plegias, ou seja quando há necessidade de uso crônico da sonda. São várias as vantagens da drenagem supra-púbica: os pacientes são capazes de urinar mais precocemente, é mais confortável do que uma sonda de demora trans-uretral, possibilita maior mobilidade ao paciente, maior facilidade de troca da sonda e principalmente apresenta um menor risco de infecção urinária. Como desvantagem é ser um método cirúrgico.

     

    Drenagem vesical supra-púbica

    TIPOS DE SONDAS OU CATETERES - variam de modelos e materiais, de acordo com o tipo de sondagem, se de alívio ou de demora. Para as sondagens de alívio, as mais utilizadas são a sonda de nelaton; para as sondagens de demora temos as sondas de duas vias, como a de Foley (figura abaixo) ou a de três vias para lavagem vesical.

     


    PROCEDIMENTO - quanto ao material necessário: pacote esterilizado contendo: cuba rim, campo fenestrado, pinça, gaze, ampola de água destilada, seringa de 10 ml e cuba redonda, e ainda: sonda vesical, luvas esterilizadas, frasco com solução antisséptica (PVPI), saco plástico, recipiente para a coleta de urina e lubrificante (xylocaína esterilizada).

    De início devemos ao paciente uma orientação sobre as necessidades e técnicas. Após lavagem adequada das mãos, deve-se reunir todo o material necessário para o procedimento. O isolamento do paciente nos quartos comunitários é humano. Quanto à melhor posição, é para as mulheres a ginecológica e para os homens o decúbito dorsal com as pernas afastadas. Após a abertura do pacote de cateterismo, calçar luvas estéreis.

    Nas mulheres, realizar antissepsia da região pubiana, grandes lábios e colocar campo fenestrado; entreabrir os pequenos lábios e fazer antissepsia do meato uretral, sempre no sentido uretra-ânus, levando em consideração de que a mão em contato com esta região é contaminada e não deve voltar para o campo ou sonda. Introduzir a sonda lubrificada no meato urinário até a verificação da saída de urina. Se for uma sonda de Foley, insuflar o balão de segurança com água destilada, obedecendo o volume identificado na sonda. Conectar à extensão, fixar a sonda e reunir o material utilizado. Se for uma sonda de alívio, aguardar esvaziar a bexiga e remover imediatamente a sonda.

    Nos homens, após a antissepsia da região púbica, realiza-se o mesmo no pênis, inclusive a glande com movimentos circulares, e para a passagem do cateter, traciona-se o mesmo para cima, introduzindo-se a sonda lentamente.

    Nas sondagens vesicais de demora, com o sistema de drenagem fechado, deve-se observar algumas regras para diminuição do risco de infecção do trato urinário: nunca elevar a bolsa coletora acima do nível vesical; limpeza completa duas vezes ao dia ao redor do meato uretral; nunca desconectar o sistema de drenagem fechado, e a troca do sistema deve ser realizado a cada sete dias na mulher e a cada 15 dias no homem, ou na vigência de sinais inflamatórios.

    SONDAGEM GASTROINTESTINAL

    A passagem de sonda gastrointestinal é a inserção de uma sonda de plástico ou de borracha, flexível, pela boca ou pelo nariz, cujos objetivos são:

    1. descomprimir o estômago

    2. remover gás e líquidos
    3. diagnosticar a motilidade intestinal
    4. administrar medicamentos e alimentos
    5. tratar uma obstrução ou um local com sangramento
    6. obter conteúdo gástrico para análise

    TIPOS DE SONDAS - Enfatizaremos as mais utilizadas que são as sondas nasogástricas, sendo as mais utilizadas para descompressão, aspiração e irrigação (lavagem): Levin, gástrica simples de Salem, Miller-Abbott e outras; para administração de alimentos e medicamentos: Levin, nutriflex, Dobhoff e para controle de sangramento de varizes esofageanas: Sengstaken-Blakemore.


    Sonda de Levin - possui uma luz única, manufaturada com plástico ou borracha, com aberturas localizadas próxima à ponta; as marcas circulares contidas em pontos específicos da sonda servem como guia para sua inserção (figura 1)

    Sonda gástrica simples - É uma sonda naso-gástrica radiopaca de plástico claro, dotada de duas luzes, usada para descomprimir o estômago e mantê-lo vazio.

    Sonda de Dobhoff – Sonda utilizada com freqüência para alimentação enteral, sendo que como característica possui uma ponta pesada e flexível (figura 2)

    Sonda Nutriflex - possui 76 cm de comprimento e uma ponta pesada de mercúrio para facilitar a inserção.

    Sonda de Sengstaken-Blakemore - é uma sonda utilizada especificamente para o tratamento de sangramentos de varizes esofageanas, possuindo três luzes com dois balões, sendo uma luz para insuflar o balão gástrico e outra para o balão esofageano.

    Sonda de Miller-Abbott - é de duas luzes, sendo uma para introdução de mercúrio ou ar no balão do final da sonda e a outra para aspiração.

    Figura 1
    Figura 2

    PROCEDIMENTOS

    1. orientação ao paciente sobre o procedimento

    2. lavagem das mãos
    3. reunir o material e levar até o paciente: sonda, copo com água, seringa de 20 ml, gazes, lubrificante hidrossolúvel (xylocaína geléia) esparadrapo, estetoscópio e luvas.
    4. posicionar o paciente em Fowler ou decúbito dorsal
    5. medir o comprimento da sonda: da ponta do nariz até a base da orelha e descendo até o final do esterno, marcando-se com uma tira de esparadrapo
    6. Aplicar spray anestésico na orofaringe para facilitar a passagem e reprimir o reflexo do vômito.
    7. lubrificar cerca dos 10 cm. iniciais da sonda com uma substância solúvel em água (K-Y gel), introduzir por uma narina, e após a introdução da parte lubrificada, flexionar o pescoço de tal forma que o queixo se aproxime do tórax. Solicitar para o paciente que faça movimentos de deglutição, durante a passagem da sonda pelo esôfago, observando se a mesma não está na cavidade bucal.
    8. introduzir a sonda até a marca do esparadrapo.
    9. fixar a sonda, após a confirmação do seu posicionamento.

    Fixação

    COMPROVAÇÃO DE CORRETO POSICIONAMENTO

    1. Teste da audição: colocar o diafragma do estetoscópio na altura do estômago do paciente e injetar rapidamente 20 cc de ar pela sonda, sendo que o correto é a audição do ruído característico.

    1. Aspiração do conteúdo: aspirar com uma seringa o conteúdo gástrico e determinar do seu pH. O pH do conteúdo gástrico é ácido (aproximadamente 3), do aspirado intestinal é pouco menos ácido (aproximadamente 6,5) e do aspirado respiratório é alcalino (7 ou mais); também está confirmado o correto posicionamento, se com a aspiração verificarmos restos alimentares.

    1. Teste do borbulhamento: colocar a extremidade da sonda em um copo com água, sendo que se ocorrer borbulha, é sinal que está na traquéia.

    1. Verificação de sinais: Importância para sinais como tosse, cianose e dispnéia.

    SONDAGEM RETAL

    A mais importante utilização da sonda retal é para a lavagem intestinal, que possui como por finalidade: eliminar ou evitar a distensão abdominal e flatulência, facilitar a eliminação de fezes, remover sangue nos casos de melena e preparar o paciente para cirurgia, exames e tratamento do trato intestinal.

    PROCEDIMENTOS

    1. orientar o paciente

    2. preparo do material: forro, vaselina ou xylocaína geléia, papel higiênico, comadre, biombos, sonda retal, gaze, equipo de soro e luvas.
    3. lavar as mãos e utilizar luvas
    4. adaptar a sonda retal à solução prescrita e ao equipo de soro
    5. colocar o paciente na posição de Sims
    6. lubrificar cerca de 10 cm da sonda com vaselina
    7. afastar os glúteos e introduzir a sonda
    8. no caso de lavagem intestinal, abrir o equipo, deixar escoar o líquido, fechar o equipo após e término, retirar a sonda e encaminhar o paciente ao banheiro ou colocá-lo em uma comadre.

    Conteúdo retirado do site:(http://www.unimes.br/aulas/MEDICINA/Aulas2005/1ano/Procedimentos_basicos_em_medicina/sondagens.html)

                                                                                  

     


    :: Postado por lanakiss às 18h54
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    Estou postando aqui os sistemas do corpo humano, andei pesquisando, achei simples de entender e  bem completo.

    SISTEMAS

    OS SENTIDOS: VISÃO, AUDIÇÃO, PALADAR, OLFATO E TATO

    Imagem: BARROS, Carlos; PAULINO, Wilson R. O Corpo Humano. São Paulo, Ed. Ática, 2000.

    Os órgãos dos sentidos

    Os sentidos fundamentais do corpo humano - visão, audição, tato, gustação ou paladar e olfato  - constituem as  funções que propiciam o nosso relacionamento com o ambiente. Por meio dos sentidos, o nosso corpo pode perceber muita coisa do que nos rodeia; contribuindo para a nossa sobrevivência e integração com o ambiente em que vivemos.  

    Existem determinados receptores, altamente especializados, capazes de captar estímulos diversos. Tais receptores, chamados receptores sensoriais, são formados por células nervosas capazes de traduzir ou converter esses estímulos em impulsos elétricos ou nervosos que serão processados e analisados em centros específicos do sistema nervoso central (SNC), onde será produzida uma resposta (voluntária ou involuntária). A estrutura e o modo de funcionamento destes receptores nervosos especializados é diversa.

    Tipos de receptores:

    1) Exteroceptores: respondem a estímulos externos, originados fora do organismo.

    2) Proprioceptores: os receptores proprioceptivos encontram-se no esqueleto e  nas inserções tendinosas, nos músculos esqueléticos (formando feixes nervosos que envolvem as fibras musculares) ou no aparelho vestibular da orelha interna. Detectam a posição do indivíduo no espaço, assim como o movimento, a tensaõ e o estiramento musculares.

    3) Interoceptores: os receptores interoceptivos respondem a estímulos viscerais ou outras sensações como sede e fome.

    Em geral, os receptores sensitivos podem ser simples, como uma ramificação nervosa; mais complexos, formados por elementos nervosos interconectados ou órgãos complexos, providos de sofisticados sistemas funcionais.

    Dessa maneira:

    è pelo tato - sentimos o frio, o calor, a pressão atmosférica, etc;

    è pela gustação - identificamos os sabores;

    è pelo olfato - sentimos o odor ou cheiro;

    è pela audição - captamos os sons;

    è pela visão - observamos as cores, as formas, os contornos, etc.

    Portanto, em nosso corpo os órgãos dos sentidos estão encarregados de receber estímulos externos. Esses órgãos são:
    è a pele - para o tato;

    è a língua - para a gustação;

    è as fossas nasais - para o olfato;

    è os ouvidos - para a audição;

    è os olhos - para a visão.

    VISÃO

    ANATOMIA DO OLHO

    Imagem: CRUZ, Daniel.O Corpo Humano. São Paulo, Ed. Ática, 2000.

    Os globos oculares estão alojados dentro de cavidades ósseas denominadas órbitas, compostas de partes dos ossos frontal, maxilar, zigomático, esfenóide, etmóide, lacrimal e palatino. Ao globo ocular encontram-se associadas estruturas acessórias: pálpebras, supercílios (sobrancelhas), conjuntiva, músculos e aparelho lacrimal.

    Cada globo ocular compõe-se de três túnicas e de quatro meios transparentes:

    Túnicas:

    1- túnica fibrosa externa: esclerótica (branco do olho). Túnica resistente de tecido fibroso e elástico que envolve externamente o olho (globo ocular) A maior parte da esclerótica é opaca e chama-se esclera, onde estão inseridos os músculos extra-oculares que movem os globos oculares, dirigindo-os a seu objetivo visual. A parte anterior da esclerótica chama-se córnea. É transparente e atua como uma lente convergente. 

    2- túnica intermédia vascular pigmentada: úvea. Compreende a coróide, o corpo ciliar e a íris. A coróide está situada abaixo da esclerótica e é intensamente pigmentada. Esses pigmentos absorvem a luz que chega à retina, evitando sua reflexão. Acha-se intensamente vascularizada e tem a função de nutrir a retina. 

    Possui uma estrutura muscular de cor variável – a íris, a qual é dotada de um orifício central cujo diâmetro varia, de acordo com a iluminação do ambiente – a pupila.

    A coróide une-se na parte anterior do olho ao corpo ciliar, estrutura formada por musculatura lisa e que envolve o cristalino, modificando sua forma. 

    Na penumbra (acima) a pupila se dilata; na claridade (abaixo), ela se contrai.

    Em ambientes mal iluminados, por ação do sistema nervoso simpático, o diâmetro da pupila aumenta e permite a entrada de maior quantidade de luz. Em locais muito claros, a ação do sistema nervoso parassimpático acarreta diminuição do diâmetro da pupila e da entrada de luz. Esse mecanismo evita o ofuscamento e impede que a luz em excesso lese as delicadas células fotossensíveis da retina.

    3- túnica interna nervosa: retina. É a membrana mais interna e está debaixo da coróide. É composta por várias camadas celulares,  designadas de acordo com sua relação ao centro do globo ocular. A camada mais interna, denominada camada de células ganglionares, contém os corpos celulares das células ganglionares, única fonte de sinais de saída da retina, que projeta axônios através do nervo óptico. Na retina encontram-se dois tipos de células fotossensíveis: os cones e os bastonetes. Quando excitados pela energia luminosa, estimulam as células nervosas adjacentes, gerando um impulso nervoso que se propaga pelo nervo óptico.

    A imagem fornecida pelos cones é mais nítida e mais rica em detalhes. Há três tipos de cones: um que se excita com luz vermelha, outro com luz verde e o terceiro, com luz azul. São os cones as células capazes de distinguir cores. 

    Os bastonetes não têm poder de resolução visual tão bom, mas são mais sensíveis à luz que os cones. Em situações de pouca luminosidade, a visão passa a depender exclusivamente dos bastonetes. É a chamada visão noturna ou visão de penumbra. Nos bastonetes existe uma substância sensível à luz – a rodopsina – produzida a partir da vitamina A. A deficiência alimentar dessa vitamina leva à cegueira noturna e à xeroftalmia (provoca ressecamento da córnea, que fica opaca e espessa, podendo levar à cegueira irreversível).

    Há duas regiões especiais na retina: a fovea centralis (ou fóvea ou mancha amarela) e o ponto cego. A fóvea está no eixo óptico do olho, em que se projeta a imagem do objeto focalizado, e a imagem que nela se forma tem grande nitidez. É a região da retina mais altamente especializada para a visão de alta resolução. A fóvea contém apenas cones e permite que a luz atinja os fotorreceptores sem passar pelas demais camadas da retina, maximizando a acuidade visual. 

     

    Acuidade visual

    A capacidade do olho de distinguir entre dois pontos próximos é chamada acuidade visual, a qual depende de diversos fatores, em especial do espaçamento dos fotorreceptores na retina e da precisão da refração do olho.

     

    Os cones são encontrados principalmente na retina central, em um raio de 10 graus a partir da fóvea. Os bastonetes, ausentes na fóvea, são encontrados principalmente na retina periférica, porém transmitem informação diretamente para as células ganglionares.

    No fundo do olho está o ponto cego, insensível a luz. No ponto cego não há cones nem bastonetes. Do ponto cego, emergem o nervo óptico e os vasos sangüíneos da retina.

    Meios transparentes:

    - Córnea: porção transparente da túnica externa (esclerótica); é circular no seu contorno e de espessura uniforme. Sua superfície é lubrificada pela lágrima, secretada pelas glândulas lacrimais e drenada para a cavidade nasal através de um orifício existente no canto interno do olho.

    - humor aquoso: fluido aquoso que se situa entre a córnea e o cristalino, preenchendo a câmara anterior do olho. 

    - cristalino: lente biconvexa coberta por uma membrana transparente. Situa-se atrás da pupila e e orienta a passagem da luz até a retina. Também divide o interior do olho em dois compartimentos contendo fluidos ligeiramente diferentes: (1) a câmara anterior, preenchida pelo humor aquoso e (2) a câmara posterior, preenchida pelo humor vítreo. Pode ficar mais delgado ou mais espesso, porque é preso ao músculo ciliar, que pode torna-lo mais delgado ou mais curvo. Essas mudanças de forma ocorrem para desviar os raios luminosos na direção da mancha amarela. O cristalino fica mais espesso para a visão de objetos próximos e, mais delgado para a visão de objetos mais distantes, permitindo que nossos olhos ajustem o foco para diferentes distâncias visuais. A essa propriedade do cristalino dá-se o nome de acomodação visual. Com o envelhecimento, o cristalino pode perder a transparência normal, tornando-se opaco, ao que chamamos catarata.  

    - humor vítreo: fluido mais viscoso e gelatinoso que se situa entre o cristalino e a retina, preenchendo a câmara posterior do olho. Sua pressão mantém o globo ocular esférico.

    Como já mencionado anteriormente, o globo ocular apresenta, ainda, anexos: as pálpebras, os cílios, as sobrancelhas ou supercílios, as glândulas lacrimais e os músculos oculares.

    As pálpebras são duas dobras de pele revestidas internamente por uma membrana chamada conjuntiva. Servem para proteger os olhos e espalhar sobre eles o líquido que conhecemos como lágrima. Os cílios ou pestanas impedem a entrada de poeira e de excesso de luz nos olhos, e as sobrancelhas impedem que o suor da testa entre neles. As glândulas lacrimais produzem lágrimas continuamente. Esse líquido, espalhado pelos movimentos das pálpebras, lava e lubrifica o olho. Quando choramos, o excesso de líquido desce pelo canal lacrimal e é despejado nas fossas nasais, em direção ao exterior do nariz.  

    :: Postado por lanakiss às 17h34
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    SISTEMA TEGUMENTAR

    Estrutura do tegumento (pele)

    O tegumento humano, mais conhecido como pele, é formado por duas camadas distintas, firmemente unidas entre si: a epiderme e a derme.

    Epiderme

    A epiderme é um epitélio multiestratificado, formado por várias camadas (estratos) de células achatadas (epitélio pavimentoso) justapostas. A camada de células mais interna, denominada epitélio germinativo, é constituída por células que se multiplicam continuamente; dessa maneira, as novas células geradas empurram as mais velhas para cima, em direção à superfície do corpo. À medida que envelhecem, as células epidérmicas tornam-se achatadas, e passam a fabricar e a acumular dentro de si uma proteína resistente e impermeável, a queratina. As células mais superficiais, ao se tornarem repletas de queratina, morrem e passam a constituir um revestimento resistente ao atrito e altamente impermeável à água, denominado camada queratinizada ou córnea.

    Toda a superfície cutânea está provida de terminações nervosas capazes de captar estímulos térmicos, mecânicos ou dolorosos. Essas terminações nervosas ou receptores cutâneos são especializados na recepção de estímulos específicos. Não obstante, alguns podem captar estímulos de natureza distinta. Porém na epiderme não existem vasos sangüíneos. Os nutrientes e oxigênio chegam à epiderme por difusão a partir de vasos sangüíneos da derme.

    Nas regiões da pele providas de pêlo, existem terminações nervosas específicas nos folículos capilares e outras chamadas terminais ou receptores de Ruffini. As primeiras, formadas por axônios que envolvem o folículo piloso, captam as forças mecânicas aplicadas contra o pêlo. Os terminais de Ruffini, com sua forma ramificada, são receptores térmicos de calor.

    Na pele desprovida de pêlo e também na que está coberta por ele, encontram-se ainda três tipos de receptores comuns:

    1) Corpúsculos de Paccini: captam especialmente estímulos vibráteis e táteis.São formados por uma fibra nervosa cuja porção terminal, amielínica, é envolta por várias camadas que correspondem a diversas células de sustentação. A camada terminal é capaz de captar a aplicação de pressão, que é transmitida para as outras camadas e enviada aos centros nervosos correspondentes.

    2) Discos de Merkel: de sensibilidade tátil e de pressão. Uma fibra aferente costuma estar ramificada com vários discos terminais destas ramificações nervosas. Estes discos estão englobados em uma célula especializada, cuja superfície distal se fixa às células epidérmicas por um prolongamento de seu protoplasma. Assim, os movimentos de pressão e tração sobre epiderme desencadeam o estímulo. 

    3) Terminações nervosas livres: sensíveis aos estímulos mecânicos, térmicos e especialmente aos dolorosos. São formadas por um axônio ramificado envolto por células de Schwann sendo, por sua vez, ambos envolvidos por uma membrana basal. 

    Na pele sem pêlo encontram-se, ainda, outros receptores específicos:

    4) Corpúsculos de Meissner: táteis. Estão nas saliências da pele sem pêlos (como nas partes mais altas das impressões digitais). São formados por um axônio mielínico, cujas ramificações terminais se entrelaçam com células acessórias.

    5) Bulbos terminais de Krause: receptores térmicos de frio. São formados por uma fibra nervosa cuja terminação possui forma de clava.Situam-se nas regiões limítrofes da pele com as membranas mucosas (por exemplo: ao redor dos lábios e dos genitais).

    RECEPTORES DE SUPERFÍCIE

    SENSAÇÃO PERCEBIDA

    Receptores de Krause

    Frio

    Receptores de Ruffini

    Calor

    Discos de Merkel

    Tato e pressão

    Receptores de Vater-Pacini

    Pressão

    Receptores de Meissner

    Tato

    Terminações nervosas livres

    Principalmente dor

    Nas camadas inferiores da epiderme estão os melanócitos, células que produzem melanina, pigmento que determina a coloração da pele.

    As glândulas anexas – sudoríparas e sebáceas – encontram-se mergulhadas na derme, embora tenham origem epidérmica. O suor (composto de água, sais e um pouco de uréia) é drenado pelo duto das glândulas sudoríparas, enquanto a secreção sebácea (secreção gordurosa que lubrifica a epiderme e os pêlos) sai pelos poros de onde emergem os pêlos.

    A transpiração ou sudorese tem por função refrescar o corpo quando há elevação da temperatura ambiental ou quando a temperatura interna do corpo sobe, devido, por exemplo, ao aumento da atividade física.

    Derme

    A derme, localizada imediatamente sob a epiderme, é um tecido conjuntivo que contém fibras protéicas, vasos sangüíneos, terminações nervosas, órgãos sensoriais e glândulas. As principais células da derme são os fibroblastos, responsáveis pela produção de fibras e de uma substância gelatinosa, a substância amorfa, na qual os elementos dérmicos estão mergulhados.

    A epiderme penetra na derme e origina os folículos pilosos, glândulas sebáceas e glândulas sudoríparas. Na derme encontramos ainda: músculo eretor de pêlo, fibras elásticas (elasticidade), fibras colágenas (resistência), vasos sangúíneos e nervos. 

    Tecido subcutâneo

    Sob a pele, há uma camada de tecido conjuntivo frouxo, o tecido subcutâneo, rico em fibras e em células que armazenam gordura (células adiposas ou adipócitos). A camada subcutânea, denominada hipoderme, atua como reserva energética, proteção contra choques mecânicos e isolante térmico.

    Unhas e pêlos

    Unhas e pêlos são constituídos por células epidérmicas queratinizadas, mortas e compactadas. Na base da unha ou do pêlo há células que se multiplicam constantemente, empurrando as células mais velhas para cima. Estas, ao acumular queratina, morrem e se compactam, originando a unha ou o pêlo. Cada pêlo está ligado a um pequeno músculo eretor, que permite sua movimentação, e a uma ou mais glândulas sebáceas, que se encarregam de sua lubrificação.

    :: Postado por lanakiss às 17h33
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    SISTEMA DE SUSTENTAÇÃO

    SISTEMA ESQUELÉTICO

    Imagem: AVANCINI & FAVARETTO. Biologia – Uma abordagem evolutiva e ecológica. Vol. 2. São Paulo, Ed. Moderna, 1997.

    Além de dar sustentação ao corpo, o esqueleto protege os órgãos internos e fornece pontos de apoio para a fixação dos músculos. Ele constitui-se de peças ósseas (ao todo 208 ossos no indivíduo adulto) e cartilaginosas articuladas, que formam um sistema de alavancas movimentadas pelos músculos.

    O esqueleto humano pode ser dividido em duas partes:

    1-Esqueleto axial: formado pela caixa craniana, coluna vertebral caixa torácica.

    2-Esqueleto apendicular: compreende a cintura escapular, formada pelas escápulas e clavículas; cintura pélvica, formada pelos ossos ilíacos (da bacia) e o esqueleto dos membros (superiores ou anteriores e inferiores ou posteriores).

    1-Esqueleto axial

    1.1-Caixa craniana

    Possui os seguintes ossos importantes: frontal, parietais, temporais, occipital, esfenóide, nasal, lacrimais, malares ("maçãs do rosto" ou zigomático), maxilar superior e mandíbula (maxilar inferior).

    Imagem: AVANCINI & FAVARETTO. Biologia – Uma abordagem evolutiva e ecológica. Vol. 2. São Paulo, Ed. Moderna, 1997.

    Observações:

    Primeiro - no osso esfenóide existe uma depressão denominada de sela turca onde se encontra uma das menores e mais importantes glândulas do corpo humano - a hipófise, no centro geométrico do crânio. 

    Segundo - Fontanela ou moleira é o nome dado à região alta e mediana, da cabeça da criança, que facilita a passagem da mesma no canal do parto; após o nascimento, será substituída por osso.

    1.2-Coluna vertebral

    É uma coluna de vértebras que apresentam cada uma um buraco, que se sobrepõem constituindo um canal que aloja a medula nervosa ou espinhal; é dividida em regiões típicas que são: coluna cervical (região do pescoço), coluna torácica, coluna lombar, coluna sacral, coluna cocciciana (coccix).

    1.3-Caixa torácica

    É formada pela região torácica de coluna vertebral, osso esterno e costelas, que são em número de 12 de cada lado, sendo as 7 primeiras verdadeiras (se inserem diretamente no esterno), 3 falsas (se reúnem e depois se unem ao esterno), e 2 flutuantes (com extremidades anteriores livres, não se fixando ao esterno).

    2- Esqueleto apendicular

    2-1- Membros e cinturas articulares

    Cada membro superior é composto de braço, antebraço, pulso e mão. O osso do braço – úmero – articula-se no cotovelo com os ossos do antebraço: rádio e ulna. O pulso constitui-se de ossos pequenos e maciços, os carpos. A palma da mão é formada pelos metacarpos e os dedos, pelas falanges.

    Cada membro inferior compõe-se de coxa, perna, tornozelo e pé. O osso da coxa é o fêmur, o mais longo do corpo. No joelho, ele se articula com os dois ossos da perna: a tíbia e a fíbula. A região frontal do joelho está protegida por um pequeno osso circular: a rótula. Ossos pequenos e maciços, chamados tarsos, formam o tornozelo. A planta do pé é constituída pelos metatarsos e os dedos dos pés (artelhos), pelas falanges.

    Os membros estão unidos ao corpo mediante um sistema ósseo que toma o nome de cintura ou de cinta. A cintura superior se chama cintura torácica ou escapular (formada pela clavícula e pela escápula ou omoplata); a inferior se chama cintura pélvica, popularmente conhecida como bacia (constituída pelo sacro - osso volumoso resultante da fusão de cinco vértebras, por um par de ossos ilíacos e pelo cóccix, formado por quatro a seis vértebras rudimentares fundidas). A primeira sustenta o úmero e com ele todo o braço; a segunda dá apoio ao fêmur e a toda a perna.

     

    Juntas e articulações

    Junta é o local de junção entre dois ou mais ossos. Algumas juntas, como as do crânio, são fixas; nelas os ossos estão firmemente unidos entre si. Em outras juntas, denominadas articulações, os ossos são móveis e permitem ao esqueleto realizar movimentos.

    Ligamentos

    Os ossos de uma articulação mantêm-se no lugar por meio dos ligamentos, cordões resistentes constituídos por tecido conjuntivo fibroso. Os ligamentos estão firmemente unidos às membranas que revestem os ossos.

    Classificação dos ossos

    Os ossos são classificados de acordo com a sua forma em: 

    A - Longos: têm duas extremidades ou epífises; o corpo do osso é a diáfise; entre a diáfise e cada epífise fica a metáfise. A diáfise é formada por tecido ósseo compacto, enquanto a epífise e a metáfise, por tecido ósseo esponjoso.  Exemplos: fêmur, úmero. 

    Imagem: AVANCINI & FAVARETTO. Biologia – Uma abordagem evolutiva e ecológica. Vol. 2. São Paulo, Ed. Moderna, 1997, com adaptações

    B- Curtos: têm as três extremidades praticamente equivalentes e são encontrados nas mãos e nos pés. São constituídos por tecido ósseo esponjoso. Exemplos: calcâneo, tarsos, carpos. 

    C - Planos ou Chatos: são formados por duas camadas de tecido ósseo compacto, tendo entre elas uma camada de tecido ósseo esponjoso e de medula óssea Exemplos: esterno, ossos do crânio, ossos da bacia, escápula.

    Revestindo o osso compacto na diáfise, existe uma delicada membrana - o periósteo - responsável pelo crescimento em espessura do osso e também pela consolidação dos ossos após fraturas (calo ósseo). As superfícies articulares são revestidas por cartilagem. Entre as epífises e a diáfise encontra-se um disco ou placa de cartilagem nos ossos em crescimento, tal disco é chamado de disco metafisário (ou epifisário) e é responsável pelo crescimento longitudinal do osso. O interior dos ossos é preenchido pela medula óssea, que, em parte é amarela, funcionando como depósito de lipídeos, e, no restante, é vermelha e gelatinosa, constituindo o local de formação das células do sangue, ou seja, de hematopoiese. O tecido hemopoiético é popularmente conhecido por "tutano". As maiores quantidades de tecido hematopoético estão nos ossos da bacia e no esterno. Nos ossos longos, a medula óssea vermelha é encontrada principalmente nas epífises.

    Diferenças entre os ossos do esqueleto masculino e feminino: 

    :: Postado por lanakiss às 17h32
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    SISTEMA RESPIRATÓRIO

    O sistema respiratório humano é constituído por um par de pulmões e por vários órgãos que conduzem o ar para dentro e para fora das cavidades pulmonares. Esses órgãos são as fossas nasais, a boca, a faringe, a laringe, a traquéia, os brônquios, os bronquíolos e os alvéolos, os três últimos localizados nos pulmões.

    Fossas nasais: são duas cavidades paralelas que começam nas narinas e terminam na faringe. Elas são separadas uma da outra por uma parede cartilaginosa denominada septo nasal. Em seu interior há dobras chamada cornetos nasais, que forçam o ar a turbilhonar. Possuem um revestimento dotado de células produtoras de muco e células ciliadas, também presentes nas porções inferiores das vias aéreas, como traquéia, brônquios e porção inicial dos bronquíolos. No teto das fossas nasais existem células sensoriais, responsáveis pelo sentido do olfato. Têm as funções de filtrar, umedecer e aquecer o ar.

    Faringe: é um canal comum aos sistemas digestório e respiratório e comunica-se com a boca e com as fossas nasais. O ar inspirado pelas narinas ou pela boca passa necessariamente pela faringe, antes de atingir a laringe.

    Laringe: é um tubo sustentado por peças de cartilagem articuladas, situado na parte superior do pescoço, em continuação à faringe. O pomo-de-adão, saliência que aparece no pescoço, faz parte de uma das peças cartilaginosas da laringe.

    A entrada da laringe chama-se glote. Acima dela existe uma espécie de “lingüeta” de cartilagem denominada epiglote, que funciona como válvula. Quando nos alimentamos, a laringe sobe e sua entrada é fechada pela epiglote. Isso impede que o alimento ingerido penetre nas vias respiratórias.

    O epitélio que reveste a laringe apresenta pregas, as cordas vocais, capazes de produzir sons durante a passagem de ar.

    Traquéia: é um tubo de aproximadamente 1,5 cm de diâmetro por 10-12 centímetros de comprimento, cujas paredes são reforçadas por anéis cartilaginosos. Bifurca-se na sua região inferior, originando os brônquios, que penetram nos pulmões. Seu epitélio de revestimento muco-ciliar adere partículas de poeira e bactérias presentes em suspensão no ar inalado, que são posteriormente varridas para fora (graças ao movimento dos cílios) e engolidas ou expelidas. 

    Pulmões: Os pulmões humanos são órgãos esponjosos, com aproximadamente 25 cm de comprimento, sendo envolvidos por uma membrana serosa denominada pleura. Nos pulmões os brônquios ramificam-se profusamente, dando origem a tubos cada vez mais finos, os bronquíolos. O conjunto altamente ramificado de bronquíolos é a árvore brônquica ou árvore respiratória.

    Cada bronquíolo termina em pequenas bolsas formadas por células epiteliais achatadas (tecido epitelial pavimentoso) recobertas por capilares sangüíneos, denominadas alvéolos pulmonares.

    Diafragma: A base de cada pulmão apóia-se no diafragma, órgão músculo-membranoso que separa o tórax do abdomen, presente apenas em mamíferos, promovendo, juntamente com os músculos intercostais, os movimentos respiratórios.  Localizado logo acima do estômago, o nervo frênico controla os movimentos do diafragma (ver controle da respiração)

    Imagem: SÉRIE ATLAS VISUAIS. O corpo Humano. Ed. Ática, 1997.

    :: Postado por lanakiss às 17h31
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